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OS SÍMBOLOS DA MAÇONARIA E DO OCULTISMO

 

O Esquadro: simboliza a moralidade.| O Compasso: que traz algumas vezes um “G” maiúsculo no meio, que simboliza a espiritualidade; para a maioria dos maçons o G representa Deus como Geometria e para outros representa o gnosticismo.| A Estrela Flamejante (Pentagrama): Tem cinco pontas, talvez remonte aos pitagóricos, cujo número sagrado (como o dos maçons) era cinco. Representa o termo ideal da conjunção perfeita das duas polaridades opostas, feminina e masculina.| O Nível: Representa a igualdade. Todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.| O Prumo: Indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.| O Sol: É a fonte da vida, a positividade da existência do homem.| O Avental: Usado por todos os maçons durante as sessões. Representa a pureza, a inocência.| A Espada: É o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.| As Colunas: São três as colunas no templo maçônico. Uma significa o masculino, a força; a outra, o feminino, a beleza; e a terceira, a sabedoria.

Provaremos conclusivamente que a Maçonaria é na verdade adoração a Lúcifer, o “portador da luz”; logicamente, como Lúcifer e Satanás são biblicamente a mesma pessoa, a Maçonaria na verdade está adorando a Satanás. Provaremos isso citando suas próprias fontes e mostrando seus próprios símbolos.

 

Nos símbolos, a Maçonaria revela mais sobre si mesma que em seus escritos; pelos escritos se encontrará a "prova da arma fumegante" que a Maçonaria adora a Lúcifer.

 

Após compreender essa verdade, você saberá por que eles tiveram tanto cuidado ao longo dos séculos de manter a tampa do segredo muito bem fechada, pois, se as pessoas realmente compreendessem que a Maçonaria é adoração a Satanás, ninguém mais ingressaria na sociedade e os cidadãos da maioria das comunidades exigiriam que as autoridades constituídas proibissem a organização.

 

Assim, você tem segredos dentro de segredos, exatamente como mencionamos anteriormente; além disso, há uma contínua campanha de relações públicas promovendo a mentira que a Maçonaria não é uma religião e que é apenas uma organização social que realiza boas obras.

 

Agora, vamos informá-lo, utilizando as próprias palavras da Maçonaria, que os maçons nos níveis mais altos adoram a Satanás. Lúcifer é exaltado como o portador da luz da Maçonaria: “Lúcifer, o portador da Luz! Nome estranho e misterioso a dar ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Manhã! É ele que traz a Luz e que com seus esplendores intoleráveis, cega as almas frágeis, sensuais e mesquinhas? Não duvides!” (Moral and Dogma of The Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, Albert Pike, Décimo Nono Grau, Grande Pontífice, p. 321).

 

Que revelação! A partir do primeiro grau, da primeira iniciação, o maçom é instruído a "buscar a Luz"! Os maçons dizem com freqüência que estão "buscando a Luz", e que passarão sua vida inteira "caminhando em direção à Luz".

 

Quase todas as pessoas na civilização ocidental assumirão que essa "Luz" é a revelação do Deus da Bíblia; na verdade, essa afirmação é proferida continuamente para tentar nos convencer que a Maçonaria seja cristã. No entanto, aqui, Albert Pike está dizendo que Lúcifer é aquele que traz a Luz da Maçonaria!

 

A sentença de Pike que precede essa confirma não somente que Lúcifer é o portador da Luz, mas que os maçons dos graus inferiores foram levados a acreditar que o oposto era verdadeiro.

 

Como o palavreado nessa sentença é um pouco arcano (compreendido somente por aqueles que têm um conhecimento especial), o ex-satanista Iluminista Doc Marquis, deu uma explicação, vamos examinar essa sentença: “O Apocalipse é, para aqueles que recebem o Décimo Nono Grau, a Apoteose daquela Sublime Fé que aspira a Deus somente, e despreza todas as pompas e obras de Lúcifer”.

 

À primeira vista, essa sentença parece contradizer à primeira que mencionamos anteriormente, onde Pike identifica Lúcifer como o portador da Luz maçônica. No entanto, quando você compreende a explicação esotérica de Doc Marquis, sua compreensão fica totalmente clara.

 

Primeiro, Pike identifica o Apocalipse como sendo o livro escrito pelo apóstolo João. Em seguida, afirma que outros livros similares de outras religiões, são igualmente “inspirados” como o Apocalipse, mencionando Filo, Platão, o Sephar Yezirah e o Sohar. Pike diz que todos esses três livros – o Apocalipse, o Sephar Yezirah e o Sohar – são todos identicamente “inspirados”. Como esses dois últimos livros não são da fé cristã, Pike está dizendo que o conteúdo do Apocalipse não é grande coisa. Portanto, não é grande coisa que o livro do Apocalipse denigra a "pompa e a obra" de satanás, pois o Deus daquele livro sabidamente detesta satanás.

 

Em seguida, Pike diz que esses três livros "são o mais completa incorporação do ocultismo". Agora, compreendemos que Pike vê o Deus do Apocalipse como sendo o oposto, mas igual a Satanás, exatamente como os ocultistas típicos acreditam e ensinam.

 

Doc Marquis apresenta também uma explicação ocultista e esotérica. Pike também está dizendo nessa sentença que, nos dezoito graus anteriores, os maçons acreditaram que Deus era o portador da Luz, mas agora, no Décimo Nono Grau, Pike está fazendo uma nova revelação.

 

Esse conhecimento enquadra-se perfeitamente com a declarada política maçônica de enganar deliberadamente os maçons que estão nos graus inferiores até que eles realmente estejam prontos para a "verdade". Esta é a verdade: a Maçonaria adora a Lúcifer.

 

Pike então dá evidência concreta da adoração do maçom a Satanás – Lúcifer, na capa do livro Morals and Dogma. Abaixo do selo redondo de "Deus", Pike escreveu em latim uma típica frase satânica.

 

Uma olhada nessa frase alertaria qualquer satanista que o conteúdo do livro é satânico. O satanista também compreenderia imediatamente que toda a Maçonaria é satânica.

 

Essa frase é: "DEUS MEUMQUE JUS". O significado literal é "Deus e Meu Direito". Doc Marquis diz que essa frase é muito típica dentro do satanismo. Ela tem dois significados, um dentro do outro.

 

Primeiro, significa que o maçom pode depender do seu deus para determinar seu Direito e sua Justiça. Segundo, como o deus da Maçonaria é Lúcifer, os maçons estão dizendo que estão "usando métodos ocultos", por meio de Lúcifer, para alcançar seus Direitos e Justiça. Marquis diz que essa frase é muito poderosa e muito perigosa dentro do satanismo.

No instante que um satanista vê essa frase em latim no livro de Pike, ele sabe que o conteúdo é satanismo, sem precisar ler uma palavra dele. “Chegou o dia em que o Companheiro Maçom precisa conhecer e aplicar seu conhecimento. A chave perdida para esse grau é o domínio das emoções, que colocam a energia do universo a sua disposição. Só se pode confiar grande poder aos homens que provaram sua capacidade de usá-lo de forma construtiva e altruísta. Quando o maçom aprende que a chave para o guerreiro é a aplicação correta do dínamo do poder da vida, ele aprendeu o mistério da sua Arte. As energias ardentes de Lúcifer estão em suas mãos, e antes que ele dê o passo para a frente e para cima, precisa provar sua capacidade de aplicar corretamente a energia. Precisa seguir os passos de seu antepassado, Tubalcaim, que com a força poderosa do deus da guerra forjou de sua espada um arado” (The Lost Key of Freemasonry or The Secret of Hiram Abiff, Manly P. Hall, Trigésimo Terceiro Grau, K. T., prefácio de Reynold E. Blight, Trigésimo Terceiro Grau, K. T., Ilustrações de J. Augustus Knapp, Trigésimo Segundo Grau, Macoy Publishing and Masonic Supply Company, Richmond, Virgínia, p. 48).

 

Essa frase é a mais audaz e concisa que alguém pode criar. Ela afirma audaciosamente que, uma vez que o maçom aprenda a controlar suas emoções e a aplicar corretamente o "dínamo do poder da vida", assegura que poderá controlar "as energias ardentes de Lúcifer em suas mãos".

 

Ela admite que a Maçonaria é a Arte, o antigo nome da Feitiçaria! Além disso, todos os satanistas têm a certeza que, se ingressarem em um conciliábulo e aprenderem a Arte, controlararão o poder sobrenatural de satanás, exatamente como Manly P. Hall está prometendo aqui.

 

Essa é a mais poderosa prova que a Maçonaria é uma forma de satanismo, pois a linguagem aqui é direta e clara, não repleta de palavreado em estilo arcano e confuso que somente um estudioso pode compreender.

 

Além disso, observe que Hall e Reynold E. Blight são maçons de Grau 33, enquanto que o ilustrador é de Grau 32. A Macoy Publishing Company é também uma das mais respeitadas editoras maçônicas.

 

Os nomes infernais: Baphomet, Thoth, Hermes, Tífon e Pã

 

Neste ponto, até o cético mais empedernido já deve estar convencido que a Maçonaria é adoração a Lúcifer – Satanás. No entanto, para aqueles que ainda precisam de maior convencimento, vamos considerar os nomes infernais pelos quais a Maçonaria mascara suas muitas referências a Satanás.

 

Na Bíblia Satânica, encontramos 77 nomes pelos quais os pagãos referenciaram a Satanás ao longo dos séculos. Vamos rapidamente revisar alguns dos nomes infernais do satanismo encontrados dentro da Maçonaria (The Satanic Bible, Anton LaVey, p. 144-146).

 

Citaremos o ensino maçônico sobre cada um desses nomes e depois a explicação.

 

Baphomet: “Os gnósticos sustentavam que ele [o agente universal] compunha o corpo ígneo [respeitante ao fogo] do Espírito Santo, e era adorado nos ritos secretos do Sabá ou do Templo sob a figura hieróglifa do Baphomet ou o bode hermafrodita de Mendes” (Pike, op. cit. P. 734, Ensinos do Vigésimo Oitavo Grau). Achamos absolutamente incrível que os maçons retratem o Espírito Santo com o símbolo satânico do Baphomet!

 

Esse símbolo foi criado por um dos maiores satanistas e maçons de todos os tempos, Eliphas Levi. Ao longo dos tempos, tem sido reconhecido como um dos mais malignos de todos os símbolos.

 

Olhando atentamente para o Baphomet, você verá que a ênfase está no sexo, pois esse ser é andrógino – macho e fêmea ao mesmo tempo – observe que ele tem seios de mulher e um falo (um pênis) ereto.

 

Na verdade, duas serpentes estão entrelaçadas em volta do falo ereto, que é estranhamente grande. Esse ser tem a cabeça do "Bode Chifrudo", outro título para satanás.

 

No livro Masonic and Occult Symbols Illustrated, o Dr. Burns diz: "Em um livro sobre feitiçaria, The Complete Book of Withcraft and Demonology... a legenda diz que ele é ‘o deus cornífero dos feiticeiros, o símbolo do sexo encarnado’” (p. 51).

 

Observe ainda que o Baphomet está fazendo o sinal da tríade do diabo com sua mão direita. “Baphomet é também conhecido como bode sabático, em cuja forma Satanás deve ser adorado nos sabás dos feiticeiros” (Dictionary of Mysticism, Frank Gaynor, Nova York, Philosophical Library, 1953, p. 24).

 

Em seguida, descobrimos que Baphomet é aprovado oficialmente como símbolo da igreja de satanás (The Occult Emporium, Winter, 1993-1994, p. 54) e que a figura está no manto vestido pelo sacerdote de satanás (Idem, 1990-1991, p. 26).

 

Como Albert Pike ligou Baphomet com o Bode de Mendes, mostraremos também esse símbolo obviamente satânico. Olhando atentamente para o Pentáculo Satânico do Bode de Mendes, a Maçonaria utiliza muito os pentáculos.

 

O pentáculo é usado pela Estrela do Oriente, a divisão maçônica para as mulheres. Novamente, a Maçonaria utiliza um símbolo satânico muito maligno para a Ordem que treina suas jovens e facilmente impressionáveis meninas.

 

Por que pelo menos a Maçonaria não utiliza a "Estrela do Bem", com uma das pontas voltada para cima, em vez da mais maligna estrela de cinco pontas invertida, essa Cabeça do Bode de Mendes? Verdadeiramente, o uso que eles fazem desse símbolo diz-nos exatamente que são totalmente malignos, até mesmo para suas próprias meninas.

Este símbolo se encontra em um site wiccano sobre jóias. Eles estavam brincando com o fato de o emblema do anel maçônico ser na verdade um pentáculo disfarçado.

 

Como você pode ver, a figura abaixo é um típico símbolo de anel maçônico, com o compasso, o esquadro e a régua. A figura do lado direito retrata a figura completa de onde o símbolo do anel foi retirado.

 

Olhando atentamente, você verá duas estrelas de cinco pontas. Uma delas está mais escura que a outra. O pentáculo de tonalidade mais escura é o Pentáculo Maligno com duas pontas para cima, representando satanás, enquanto que o outro, de tonalidade mais clara, é o Pentáculo com uma ponta para cima, a Estrela do Bem, representando Lúcifer.

 

A partir dessa ilustração, você pode ver que o símbolo do Anel Maçônico é simplesmente um Pentáculo disfarçado, com as estrelas do Bem e a Maligna representadas. Em outras palavras, esse site wiccano está anunciando para o mundo que a Maçonaria serve tanto ao bom Lúcifer e ao maligno satanás!

Thoth: “O primeiro Hermes foi a Inteligência ou Palavra de Deus. Movido por compaixão pela raça que vivia sem lei... Deus enviou ao homem, Osíris e Ísis, acompanhados por Thoth, a encarnação ou repetição terrestre do primeiro Hermes; que ensinou aos homens as artes, a ciência, e as cerimônias da religião; e depois subiu aos Céus ou até a Lua” (Morals and Dogma, Pike, Décimo Sétimo Grau, Cavaleiros do Oriente e do Ocidente, p. 255).

 

A fundadora da Casa da Teosofia, Helena Petrovna Blavatsky, cujos livros foram todos escritos por seus “espíritos-guia” (demônios ou anjos caídos de Satanás), em uma forma que chamamos de Escrita Automática (Psicografia), associa Thoth para nós: “...Hermes, o deus da sabedoria, também chamado de Thoth, Tat, Seth, e Satã; e que era, além disso, quando visto sob seu aspecto ruim, Tífon, o Satanás egípcio, que também era Seth” (Isis Unveiled [Ísis Sem Véu], Helena P. Blavatsky, vol. 1; Ciência, Trow´s Printing and Bookbinding Company, p. 554).

 

Acho muito interessante que Blavatsky, como Anton LaVey na Bíblia Satânica, não tenha dificuldades em associar o nome infernal Thoth com Satanás, e especialmente com o Satanás egípcio.

 

Lembre-se das palavras de Pike, citadas no início, que "a Maçonaria é idêntica aos mistérios antigos"! Essa afirmação significa que os maçons acreditam no mesmo que era ensinado em todos os Mistérios Antigos e adoram ao mesmo deus, satanás, só que sob diferentes nomes.

 

Como a senhora Blavatsky mencionou outro nome infernal, Tífon, e o identificou como o satanás na mitologia egípcia, vamos revisar Albert Pike novamente, e descobriremos que a Maçonaria também reverencia a Tífon.

 

Tífon: “Osíris era o filho de Hélios (Phra) o 'rebento divino nascido com a aurora' e ao mesmo tempo uma encarnação de Kneph ou Agathodaemon, o Espírito do Bem, incluindo todas suas possíveis emanações, físicas ou morais. Ele representava em uma forma familiar o aspecto beneficente de todas as mais elevadas emanações e nele foi desenvolvido o conceito de um Ser puramente bom, de modo que foi necessário criar outro poder como seu adversário, chamado Seth, Baby, ou Tífon para corresponder às influências injuriosas da Natureza” (Pike, op. cit. P. 588, Ensinos Para o Vigésimo Oitavo Grau, Cavaleiro do Sol, ou Príncipe Adepto).

 

Novamente, podemos ver a doutrina ocultista e satânica que toda a natureza é composta pelo bem e pelo mal, branco e preto, opostos que são iguais, mas adversários. Isso é puro satanismo, e Albert Pike acaba de abraçá-lo, explicando que a natureza não podia permitir que um Osíris que é só amor e bondade existisse sem um contrapeso maligno.

 

Na verdade, o satanismo e a Maçonaria compartilham o mesmo símbolo revelador para ilustrar essa situação. Apresentamos estas figuras, tiradas de fontes maçônicas: Nestes símbolos, o Pentáculo da esquerda envolvido pelo círculo mágico é Lúcifer – “o deus do bem” – com uma ponta voltada para cima e duas para baixo; o Pentáculo da direita, que também está envolvido pelo círculo mágico, é satanás – o deus do mal – com duas pontas para cima e uma para baixo.

 

Esses símbolos ilustram exatamente o que Albert Pike está falando no parágrafo acima. Ele diz que o deus maligno, a quem chama de Seth, ou Tífon (Tífon é listado na Bíblia Satânica de Anton LaVey como um dos nomes infernais de satanás) é o adversário do deus do bem, Osíris; portanto, Pike está dizendo que Osíris é Lúcifer, uma conclusão coerente com o resto do reino ocultista (Os símbolos foram tirados de: The Misteries of Magic: A Digest of the Writings of Eliphas Levi [Os Mistérios da Magia: Digesto dos Escritos de Eliphas Levi], Arthur Edward Waite, Chicago, DeLaurence, Scott and Company, edição de 1966, 1909, p. 223 – Nota: Waite é um autor maçom! Encontrado também em A Search for Light in a Place of Darkness: A Study of Freemasonry, D. Duane Winters, p. 69).

Pã:... Satanás não é um deus negro, mas a negação de Deus ... ele não é uma pessoa, mas uma Força, criada para o bem, mas que pode representar o mal. É o instrumento da Liberdade ou do Livre Arbítrio. Eles representam essa Força... sob a forma mitológica e cornífera do deus Pã; daí veio o bode do Sabá, irmão da Antiga Serpente e o portador da Luz ...” (Morals and Dogma, Pike, p. 102).

 

Como a Bíblia Satânica relaciona Pã como um dos nomes infernais de satanás, precisamos investigar no ocultismo mais algumas informações sobre Pã.

 

No entanto, agora sabemos que, de Pã, veio o bode do Sabá, irmão da Antiga Serpente e o portador da Luz (Lúcifer), pois Albert Pike, o maior maçom da história, acaba de nos dizer isso!

 

Verdadeiramente, a Maçonaria é uma organização das mais enganosas na história mundial. Veja como o autor cristão de Nova Era, Bill Cooper, descreve a Maçonaria. Cooper foi membro da organização maçônica DeMolay durante sua juventude e, posteriormente, passou 20 anos trabalhando na Inteligência Naval.

 

Ele está muito familiarizado com as organizações que estão conduzindo o mundo para a Nova Ordem Mundial e preparando o aparecimento do seu Messias, o Anticristo descrito na Bíblia: “Posso assegurar que a Maçonaria é uma das mais ímpias e terríveis organizações que existem no mundo. Os maçons são grandes participantes na luta pelo domínio mundial. O Grau 33 está dividido em duas metades. Uma metade contém o núcleo do Iluminismo Luciferiano e a outra é formada por aqueles que não têm absolutamente nenhum conhecimento sobre isso” (Behold a Pale Horse, Bill Cooper, p. 78).

 

Como demonstramos, a Maçonaria é "idêntica aos mistérios antigos"; portanto, é idêntica aos deuses egípicios, das mãos dos quais o Deus da Bíblia libertou os israelitas, e idêntica também aos deuses dos amorreus.

 

Quando você compreender, sem sombra de dúvidas, que a Maçonaria é uma forma de adoração a Lúcifer pelos 5% de maçons de graus mais superiores, então poderá começar a identificar as evidências de satanismo em muitos, muitos locais.

 

Concentraremos nosso estudo nos símbolos maçônicos, pois "uma figura vale mais que mil palavras" e porque os ocultistas dão uma tremenda ênfase na comunicação por meio de símbolos com os outros adeptos, ao mesmo tempo em que escondem a verdade dos iniciados e dos "profanos", isto é, das pessoas que não pertencem à organização.

 

Um livro satânico entitulado Magic Symbols (Símbolos Mágicos), de Frederick Goodman, diz: “O verdadeiro símbolo mágico é uma imagem que oculta um significado interior. Esse significado normalmente está engenhosamente oculto atrás de uma forma que a maioria das pessoas pensa que pode compreender imediatamente” (p. 6).

 

Vamos examinar alguns desses símbolos maçônicos para descobrir seus significados "engenhosamente ocultos", e depois compará-los com símbolos satânicos conhecidos, para que você possa ver de onde a Maçonaria recebe seus "conhecimentos sobrenaturais" e sua "luz espiritual".

 

A Águia Bicéfala

 

Provavelmente, é o símbolo maçônico mais facilmente reconhecido no mundo, até mesmo mais importante que o Compasso e o Esquadro. A maioria das pessoas assume que esses duas aves são águias, mas tal suposição seria mortalmente errada.

 

Essas duas aves são a Fênix da antiga mitologia egípcia. Veja a explicação do autor maçônico Manly P. Hall, Trigésimo Terceiro Grau, K. T., em seu livro, The Phoenix: An Illustrated Review of Occultism and Philosophy (A Fênix: Uma Análise Ilustrada do Ocultismo e da Filosofia). Antes de iniciarmos, acho muito interessante observar que, ao usar esse título, Hall está admitindo que a Maçonaria é ocultista: “Entre os antigos, uma ave fabulosa chamada Fênix foi descrita pelos primeiros escritores... em tamanho e forma ela lembra uma águia, mas com certas diferenças. O corpo da Fênix é coberto por penas roxas macias e brilhantes e as plumas em sua cauda são azuis e vermelhas, alternadamente. A cabeça é de cor clara, e em torno do pescoço há um colar de plumagem dourada. Na parte de trás, nas costas, a Fênix tem um chumaço de penas de cor brilhante... Dizem que vive por 500 anos e, na sua morte, seu corpo se abre e uma nova Fênix recém-nascida aparece. Por causa desse simbolismo, é considerada um símbolo da imortalidade e da ressurreição... A Fênix é um sinal das ordens secretas do mundo antigo e dos iniciados nessas ordens, pois era comum referenciar uma pessoa que tinha sido aceita nos templos como um homem nascido duas vezes, ou renascido. A sabedoria confere uma nova vida, e aqueles que tornam-se sábios são renascidos” (p. 176,177).

 

Vamos parar aqui para examinar a falsa experiência satânica do "novo nascimento". Os maçons, como todos os ocultistas, chamam seus iniciados que completaram a iniciação, de "renascidos". Os ocultistas afirmam serem nascidos de novo, e têm um êxtase religioso quando o espírito de Lúcifer visita-os na iniciação. 

 

 

Agora, vamos retornar à discussão sobre a ave Fênix. Veja a explicação dada por uma feminista radical, Barbara Walker, em seu livro ocultista, Now Is The Dawning (Agora é a Alvorada), p. 281: “Os egípcios acreditavam que a Fênix representava um deus que subia ao céu na forma de uma estrela da manhã, como Lúcifer, após sua morte por imolação no fogo e ressurreição...”.

 

Em uma única curta e simples frase, temos a prova conclusiva que a Fênix é um símbolo de Lúcifer!

 

Veja agora o testemunho de outro ex-feiticeiro, William Schnoebelen (hoje um cristão nascido de novo e autor de Maçonaria, do Outro Lado da Luz, publicado no Brasil pela editora Luz e Vida, tradução de Lucian Benigno) em seu livro Satan´s Door Revisited, p. 4: “Acreditava-se que a Fênix, de Bunnu, era uma ave divina, dos tempos do Egito antigo... Essa Fênix destrói-se nas chamas e depois renasce das cinzas. A maioria dos ocultistas crê que a Fênix seja um símbolo de Lúcifer que foi lançado nas chamas e que... um dia, se levantará triunfante. Essa crença também está relacionada com a ressurreição de Hirão-Abi, o 'Cristo' maçônico”.

 

Para evitar que a maioria das pessoas associasse a águia maçônica com a antiga Fênix, os maçons mudaram a Fênix para uma águia, e começaram a referenciá-la como Águia.

 

No entanto, dois autores maçônicos esclarecem sobre essa mudança no simbolismo. Manly P. Hall, em seu livro, The Lost Keys of Freemasonry (As Chaves Perdidas da Maçonaria), afirma: “Esses eram os imortais a quem o termo ‘fênix' era aplicado, e seu símbolo era a misteriosa ave bicéfala, agora chamada de águia, um emblema maçônico familiar, porém pouco compreendido” (p. 108).

 

Albert Pike, em Magnum Opus, escreve: “... a águia era o símbolo vivo do deus egípcio Mendes... e o representante do Sol....” (p. 18).

 

Em uma sentença, vemos a admissão que a ave Fênix da antiga mitologia egípcia satânica foi modificada na águia maçônica e depois Pike admite que a águia é o símbolo do deus Sol e do deus de Mendes, ambos símbolos satânicos comuns de satanás – Lúcifer!

 

Lembre-se também do significado satânico da frase que aparece abaixo da figura das águias – "DEUS MEUMQUE JUS". Como explicado anteriormente, essa é uma típica frase satânica em latim, “que significa que os maçons estão usando métodos ocultistas, por meio de Lúcifer, para alcançar seus direitos e justiça”.

 

Mas, por que uma águia bicéfala foi adotada pela Maçonaria, em vez de uma águia comum? O autor maçônico, R. Swinburne Clymer, autor de The Mysteries of Osiris (Os Mistérios de Osíris), explica: “Quando os pagãos queriam expressar a renovação, ou o início do ano, eles o representavam na forma de um guardião de porta. Ele podia facilmente ser distinguido pelos atributos de uma chave... Às vezes, eles lhe davam duas cabeças, uma voltada contra a outra.... Com o tempo, este símbolo da chave, uma voltada contra a outra, tornou-se a águia bicéfala da Maçonaria simbólica” (p. 42).

Triângulos

 

O triângulo é um dos símbolos mais usados no ocultismo. Um triângulo com sua ponta para baixo representa a deidade e é chamado de Triângulo da Deidade, ou Triângulo da Água. Com uma ponta para cima, é chamado de Triângulo da Terra, Triângulo da Pirâmide, ou Triângulo do Fogo.

 

Essas duas definições do triângulo são crença ocultista padrão. De onde surgiram? Vieram de um livro maçônico, Symbolism of the Eastern Star (O Simbolismo da Estrela do Oriente, de Shirley Plessner, Gilbert Publishing, 1956, p. 18. Robert Macoy diz a mesma coisa em Adoptive Rite Ritual, Macoy Publishing and Masonic Supply Co., 1897, p. 237).

 

No entanto, essa última representação do triângulo, com a ponta para cima, é o símbolo do Homem Perfeito ou Divino! Observe que este símbolo ocultista retrata o "Homem e a Mulher Perfeitos", dentro de um círculo, que está dentro de um quadrado (que representa a criação), que está dentro de um triângulo (divindade), que, por sua vez, está delimitado pelo círculo maior.

 

Observe que o triângulo aqui está com a ponta para a cima, significando Divindade do Homem.

Outro autor maçônico, que disse que o homem pode tornar-se Perfeito ou Divino é George H. Steinmetz, em seu livro Freemasonry: Its Hidden Meaning (Maçonaria: Seu Significado Oculto), Macoy Masonic Supply, 1948, p. 63.

 

Outro autor maçônico, J. D. Buck, escreveu esta blasfêmia: “É muito mais importante que os homens se esforcem para tornarem-se Cristos do que creiam que Jesus era o Cristo” (Mystic Masonry [Maçonaria Mística], J. D. Buck, Indo-American Book Co., 1913, sexta edição, p. 138).

 

Novamente, a Maçonaria revela que não é cristã. Mas, essa afirmação de J. D. Buck nega a exclusiva Deidade de Jesus Cristo; portanto, o ensino da Maçonaria qualifica-se como procedente das forças do Anticristo.

 

Veja o que diz a Bíblia em 1 João 2.22,23: “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai”. Em 1Jo 4.3 diz: “e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo”.

 

Em 2 João 7, diz: “Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo”.

 

Além de negar que Jesus é o Cristo vindo em carne, essa frase de Buck também ensina que o homem pode salvar-se a si mesmo! Obviamente, a Maçonaria não pode ser considerada cristã de forma alguma, pois ensina essa heresia proveniente do poço do abismo!

 

Agora, vamos retornar ao assunto do triângulo para cima que representa o Homem Perfeito ou Divino; o autor maçônico Albert Churchward afirma a crença ocultista padrão quando identifica melhor o triângulo voltado para cima.

 

Ele escreveu, em seu livro Sign and Symbols of Primordial Man (Sinal e Símbolos do Homem Primordial), Londres, George Allen and Co., 1913, segunda edição, p. 189, 309, 471, que esse triângulo representa Set!

 

O nome, Set, é um dos nomes infernais de satanás, conforme listado na Bíblia Satânica escrita pelo sumo-sacerdote satânico, Anton LaVey.

 

Os autores maçônicos William Meyer e J. S. M. Ward, também escreveram que esse tipo de triângulo é usado na Índia pelos seguidores de Shiva, que o usam na fronte! Shiva é outro nome infernal de satanás, listado na Bíblia Satânica.

 

Hexagrama

 

O hexagrama é formado unindo-se o Triângulo da Água com o Triângulo do Fogo, formando a estrela de seis pontas, também conhecida como Selo de Salomão.

 

Esse símbolo é uma imitação da Estrela de Davi, o símbolo nacional de Israel, o povo escolhido de Deus. A diferença é que esse selo ocultista é formado por dois triângulos entrelaçados, enquanto que, na Estrela de Davi, um triângulo sobrepõe o outro.

 

A autora maçônica Mary Ann Slipper, escrevendo em Symbolism of the Eastern Star (O Simbolismo da Estrela do Oriente), 1927, na página 14, faz a mais reveladora admissão, quando diz: “A estrela de seis pontas é usada na obra maçônica e também é encontrada em outras ordens secretas conhecidas”.

 

Outro livro da Estrela do Oriente, The Second Mile (A Segunda Milha), compreende o impacto do hexagrama quando diz: “... a estrela de seis pontas é um símbolo muito antigo e um dos mais poderosos”.

 

O hexagrama é realmente um símbolo muito poderoso para os feiticeiros, bruxos e magos! É usado em todas as formas de magia, feitiçaria, ocultismo e nas previsões astrológicas.

 

Como tem seis pontas e contém um “666”, o hexagrama é considerado um dos símbolos mais poderosos de Satanás. O primeiro seis é formado pelos lados de cada triângulo encontrados no sentido horário; o segundo é formado pelos lados de cada triângulo quando você segue no sentido anti-horário; o terceiro seis é formado pelos lados do hexágono interno.

Dois feiticeiros explicam melhor que o hexagrama era usado como “uma reserva para os mágicos e alquimistas. Os bruxos acreditavam que ele representava a pegada de um tipo especial de demônio chamado 'trud' e o usavam em cerimônias tanto para conjurar demônios quanto para mantê-los afastados” (Black Magic, White Magic [Magia Negra, Magia Branca], Gary Jennings, Eau Claire, WI, The Dial Press, 1964, p. 51. Também Treasury of Witchcraft [Tesouro da Feitiçaria], Harry E. Wedeck, Nova York, Philosophical Library, 1961, p. 135).

 

Olhe novamente o hexagrama anterior; ele é usado para conjurar demônios, fazê-los aparecer nesta dimensão e cumprir as vontades do feiticeiro.

 

Os símbolos dentro do hexagrama são para esse propósito. O ex-satanista Iluminista Doc Marquis, hoje um cristão nascido de novo, confirma que os hexagramas são usados para conjurar demônios e para lançar encantamentos e maldições sobre uma vítima.

 

O hexagrama também é um símbolo do ato sexual e da reprodução. O autor maçônico, Albert G. Mackey oferece-nos a explicação ocultista em seu livro, The Symbolism of Freemasonry (O Simbolismo da Maçonaria), p. 195, 1869. O triângulo voltado para baixo “é o símbolo feminino que corresponde ao 'yoni' e o triângulo voltado para cima é o homem, o 'linga'. Quando os dois triângulos estão entrelaçados, representa a união das forças ativa e passiva na natureza; representa os elementos masculino e feminino”

 

 

São representações estilizadas dos órgãos genitais masculino e feminino, respectivamente, em diversos emblemas e amuletos. São considerados símbolos do poder genésico e adorados no hinduísmo.

 

Se você ainda não percebeu isso, o ocultista e o pagão adoram o sexo; na verdade, adoram quase tudo na natureza, cumprindo perfeitamente a definição bíblica do paganismo em Romanos 1.25: “pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!”.

 

O Pentáculo

 

Anteriormente, provamos, utilizando livros maçônicos que eles admitem que adoram a Lúcifer e a Satanás; em outras palavras, a Maçonaria serve tanto ao "bom" Lúcifer quanto ao "maligno" Satanás, pois crêem que tanto o bem quanto o mal existem em igual medida no universo.

 

Além disso, acreditam que um deus do bem poderoso não pode existir sem um igualmente poderoso deus do mal! Essa crença é a razão pela qual a Maçonaria utiliza ambos os tipos de estrelas de cinco pontas: a estrela com uma única ponta voltada para cima é um símbolo do "bom" Lúcifer, enquanto que a estrela invertida, com duas pontas para cima simboliza o "maligno" Satanás.

 

Toda a organização maçônica para as mulheres, a Estrela do Oriente, parece estar grandemente baseada na estrela do "maligno Satanás", a Cabeça do Bode de Mendes, que é um dos nomes infernais de Satanás dentro do satanismo.

 

Na verdade, se você olhar para esta estrela invertida, verá que ela é uma cabeça de bode e que dentro dela, no meio, há outra cabeça de bode, que está dentro de um pentáculo invertido!

 

Assim, em um símbolo, existem três ocorrências de pentáculos invertidos; a repetição três vezes é a maior ilustração possível da malignidade satânica.

 

Qual é a importância do pentáculo para os satanistas? Veja como Laura Cabot, uma bruxa de Salém, estado de Massachussetts, responde a essa pergunta.

 

Em seu livro, Power of the Witch: The Earth, the Moon, and the Magical Path to Enligthenment (O Poder do Feiticeiro: a Terra, a Lua, e o Caminho da Magia para a Iluminação), 1989, p. 90, Laura Cabot diz: “Não é difícil distinguir a Arte do satanismo. Os feiticeiros usam o pentáculo com uma ponta para cima. Os satanistas invertem o pentáculo, deixando-o com uma ponta para baixo...”.

 

Quando você examina os dois símbolos anteriores, ambos maçônicos, somente pode concluir que a Maçonaria admite que serve tanto ao "bom Lúcifer" quanto ao "maligno Satanás"!

 

Depois, na página 93, Laura Cabot diz mais sobre o significado do pentáculo para a feitiçaria: “Ele consiste de uma estrela de cinco pontas dentro de um círculo. É o símbolo-chave da Arte. É a Mandala do feiticeiro...”.

 

Realmente, o pentáculo dentro de um círculo ou sem o círculo, é o símbolo-chave da feitiçaria! A Maçonaria utiliza os dois, abundantemente, tanto o pentagrama "do bem" quanto o do "mal".

 

Logicamente, o triângulo é parte do pentáculo, e especialmente do hexagrama, a explicação do qual vem a seguir. Embora tenhamos falado sobre os triângulos, esse assunto é tão importante que precisamos abordar outros aspectos aqui.

 

A Maçonaria ensina que o homem está se tornando um deus. O triângulo é um símbolo muito importante para o ocultista, e é usado constantemente de todas as maneiras imagináveis.

 

O triângulo é usado com uma ponta para cima ou com uma ponta para baixo. Se uma ponta estiver para baixo, o triângulo representa a Deidade e é chamado de Triângulo da Deidade, ou Triângulo da Água. Se uma ponta estiver para cima, o triângulo é chamado de Triângulo da Terra, ou Triângulo da Pirâmide, e "simboliza o homem perfeito ou divino".

 

Os maçons em todas as épocas sabiam que se o público geral soubesse o que existe no interior da Maçonaria, a organização teria sua atuação proibida, ou seria perseguida.

 

Agora você sabe por que a Maçonaria insiste para que os iniciados façam juramentos de não divulgar os segredos que vão aprender, sob pena de terem suas gargantas cortadas e a língua e as demais entranhas arrancadas para fora!

 

Manly P. Hall, maçon de Grau 33, escreve: “O homem é um Deus em formação...” (The Lost Keys of Freemasonry, p. 92).

 

O autor maçom Joseph Fort Newton, diz clara e enfaticamente: “.... a mais profunda percepção da alma humana - que Deus torna-se homem para que o homem possa tornar-se Deus” (The Religion of Freemasonry: An Interpretation [A Religião da Maçonaria: Uma Interpretação], Macoy Publishing and Masonic Supply Co., 1969, p. 37).

 

A Maçonaria reconhece que originou-se no lugar em que Satanás habita. O autor maçom, Albert Churchward, afirma que o triângulo apontando para cima é um símbolo de Set, que é um dos nomes infernais de Satanás (Signs and Symbols of Primordial Man, George Allen and Co. Ltd., 1913, p. 189, 309 e 471).

 

Depois, o autor maçom, J. S. M. Ward diz: “Com a ponta para cima, o triângulo equilátero representa Shiva, o Destruidor, e significa a chama que sobe para cima da pira funerária para os Céus. Esse símbolo é familiar para nós em vários graus, mas notadamente no Décimo Terceiro” (Freemasonry and the Ancient Gods [Maçonaria e os Deuses Antigos], 1921, p. 10-11; também descrito pelos autores maçônicos William Meyer, The Order of the Eastern Star [A Ordem da Estrela do Oriente], p. 20; Alain Danielou, The Gods of India [Os Deuses da Índia], p. 385).

 

No ocultismo, Shiva é outro nome para Satanás. Assim, o triângulo com a ponta para cima é um símbolo de Satanás. Talvez por isso a pirâmide seja um símbolo tão importante para os maçons.

 

Este símbolo na figura abaixo existe no verso da nota de um dólar americano. No entanto, basta dizer que esse símbolo contém dois triângulos: a pirâmide propriamente e o Olho Que Tudo Vê de Hórus (ou de Osíris).

 

Os ocultistas sabem que tanto Hórus quanto Osíris são nomes alternativos para Satanás.

 

Temos ainda mais uma prova, dos lábios e da pena de autores maçônicos, que a Maçonaria adora a Satanás. Assim, podemos agora voltar à afirmação ocultista inicial que o triângulo com uma ponta para cima é chamado de Triângulo da Deidade; mas agora sabemos a qual deidade eles estão adorando, em suas próprias palavras.

Veneração à Serpente

 

Quando estudamos os símbolos maçônicos, constatamos que a veneração à Serpente é muito comum dentro da Maçonaria, o que comprova a adoração a Satanás.

 

No entanto, os maçons consideram a Serpente como o Salvador do Mundo!

 

Imagine nosso choque quando descobrimos que a Maçonaria adora a Serpente, exatamente como a maioria dos grupos pagãos dos últimos 5.000 anos.

 

Estaremos citando fontes maçônicas, e mostraremos os símbolos que acompanham o texto. Como "uma figura vale mais do que mil palavras", este artigo será outra prova "da arma fumegante" confirmando que a Maçonaria é luciferiana, conforme vimos demonstrando.

 

Albert Pike, em seu livro monumental, Morals and Dogma, fala grandemente sobre a importância da adoração à serpente nas várias religiões pagãs de mistério da antiguidade.

 

Ao ler sua descrição da importância da adoração à serpente, tenha em mente que Pike dogmaticamente afirmou que "a Maçonaria é idêntica aos antigos mistérios", o que significa que os ensinos em todos os seus livros são precisamente os mesmos que os satânicos e pagãos mistérios antigos!

 

Agora, vejamos o que escreveu Albert Pike, maçom de Grau 33, da Jurisdição Sul dos EUA: “A serpente enrolada em um ovo, era um símbolo comum para os indianos, os egípcios e os druidas. É uma referência à criação do universo” (p. 496, ensinos para o Vigésimo Quinto Grau, Cavaleiro da Serpente de Bronze).

 

Em vários artigos anteriores, observamos que a Maçonaria não crê que o universo foi criado pelo Deus da Santa Bíblia, conforme registrado no livro de Gênesis.

 

Essa afirmação realmente suporta esse conceito, pois diz dogmaticamente que a serpente enrolada no ovo é um símbolo da criação do universo!

 

Além disso, é altamente condenável que a Maçonaria venere os druidas. Não somente Pike menciona os druidas nessa frase, mas outros autores maçônicos são até mais enfáticos na admissão que a Maçonaria venera-os porque a religião de mistério do druidismo é idêntica à da Maçonaria. Veja: “... nosso modo de ensinar os princípios da nossa profissão [Maçonaria] é derivado dos druidas.... e nossos principais emblemas originalmente vieram do Egito...” (The Spirit of Masonry [O Espírito da Maçonaria], William Hutchinson, maçom, revisado por George Oliver, Bell Publishing, publicado originalmente em 1775, p. 195).

Todos os pagãos em todas as eras usaram a serpente na adoração e a consideravam um símbolo da Sabedoria.

 

O livro Magic Symbols, diz: “...veremos as implicações mais profundas da serpente como um símbolo da sabedoria...”. Esta figura abaixo é identificada como sendo da prática da Alquimia, uma arte que normalmente é imaginada como tentar transformar metais em ouro, mas que também tem um objetivo espiritual de alcançar a vida eterna.

 

A propósito, este símbolo da serpente devorando sua própria cauda chama-se Ouroboros (p. 11). O Ouroboros tem um significado mais profundo: “Essa serpente, algumas vezes chamada Ouroboros, é um símbolo do Tempo, do qual só a Sabedoria emerge. A serpente envolve os dois símbolos dos extremos da vida criada - a criança e o símbolo da morte da caveira. Entre eles, a criança e a caveira simbolizam o 'início e depois o fim'. Como um todo, o emblema pode ser interpretado como se significasse, 'No final, é meu início', ou 'O Fim é encontrado no Início', o que é aproximadamente o significado da frase em latim que aparece em volta do círculo” (Idem). Essas duas frases estão falando sobre a crença pagã na reencarnação.

Albert Pike explica o significado das duas colunas maçônicas, ambas as quais exibem uma serpente: “As serpentes enroladas em anel ou nos globos e saindo dos globos, são comuns nos monumentos persas, egípcios, chineses e indianos. O deus hindu Visnu é representado deitado sobre uma grande serpente toda enrolada, que forma um pálio sobre ele” (Pike, Morals and Dogma, ensinos para o Vigésimo Quinto Grau, Cavaleiro da Serpente de Bronze, p. 500).

 

No entanto, estamos a caminho para um rude choque. Observe que a coluna abaixo não somente tem uma serpente enrolada no globo, mas que o globo tem asas.

 

Outra fonte cita que H. G. Wells disse que o globo alado deverá "tornar-se o símbolo da Nova Ordem Mundial quando ela dominar totalmente o mundo" (The Watchtower and the Masons [A Torre de Vigia e os Maçons], Fritz Springmeier, 1992, p. 11).

 

Isso significa que a coluna maçônica da esquerda na figura representa o símbolo do reino final do Anticristo, a Nova Ordem Mundial! Novamente, temos uma forte conexão entre a Maçonaria e o vindouro reino do Anticristo.

Chamamos agora sua atenção para o avental maçônico mostrado abaixo. Você pode observar o Olho Que Tudo Vê na esquerda superior, o símbolo da adoração ao sol na direita superior, e a colméia com as abelhas na parte inferior. 

 

No entanto, observe o símbolo no centro, com a caveira no centro do emblema maçônico do esquadro e do compasso. Observe que esse símbolo está envolvido por um Ouroboros, a serpente que morde sua própria cauda.

 

Além disso, observe que dois ramos de sempre-viva estão embaixo do compasso e do esquadro; os satanistas usam a sempre-viva para representar a vida eterna.

 

Mas, agora, vejamos o que dizem dois autores maçônicos sobre esse assunto: “A Serpente é reconhecida universalmente como um símbolo legítimo da Maçonaria” (Signs and Symbols, George Oliver, Macoy Publishing and Masonic Supply Co., 1906, p. 36).

 

Agora, afinal, sabemos a verdade sobre a Maçonaria! Seu "símbolo legítimo" é a serpente, e observe o uso de caixa alta na frase, indicando Deidade.

 

Essa é outra admissão, por esse autor maçom que a Maçonaria adora a Satanás, o diabo (Apocalipse 12.9).

 

Mas, agora, veja a admissão final de autores maçônicos que a Maçonaria adora a Satanás: “A serpente é o símbolo e protótipo do Salvador Universal, que redime os mundos dando à criação o conhecimento de si mesma e a realização do bem e do mal” (The Secret Teachings of All Ages, The Philosophical Research Society Press, Manly P. Hall, maçom de Grau 33, p. 38).

Você pode imaginar essa blasfêmia? Os maçons representam o Salvador Universal do mundo como a Serpente.

 

Não era desejado que essa informação chegasse ao conhecimento do público, pois esse livro citado foi publicado como um livro secreto. Agora você pode ver porque a Maçonaria insiste que o iniciado faça um juramento solene de nunca divulgar os segredos, sob a pena de ter sua garganta cortada e suas entranhas arrancadas para fora.

 

Mas, Albert Pike, o maçom de Grau 33 mais reverenciado de todos os tempos tem mais blasfêmias. Veja como ele descreve o Ouroboros, o símbolo da serpente que devora sua própria cauda: “É o corpo do Espírito Santo, o Agente Universal, a Serpente que devora sua própria cauda” (Morals and Dogma, Ensinos para o Vigésimo Oitavo Grau, Príncipe Adepto, Cavaleiro do Sol, p. 734).

 

Assim, a Maçonaria blasfema tanto de Jesus Cristo quanto do Espírito Santo. O que Jesus Cristo disse sobre esse tipo de situação? “Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir” (Mateus 12.31,32). Os estudiosos da Bíblia chamam isso de Pecado Imperdoável (1 João 5.16,17).

 

Isso é muito sério, pois, quando uma pessoa comete o Pecado Imperdoável, o Espírito Santo deixa de operar em seu coração, para convencê-la do pecado e tentar trazê-la ao arrependimento e à confissão, para que ela obtenha perdão por meio do sangue de Jesus Cristo. Assim, essa pessoa fica perdida, condenada.

 

Os fatos agora estão bem claros: A Maçonaria é totalmente satânica.

 

A maioria dos maçons que participam dos rituais não compreende o seu verdadeiro sentido oculto. Seguem a maçonaria apenas com uma participação irrefletida nos rituais, apenas imitam o que os outros fazem ou mandam fazer.

 

Para estes, a maçonaria não é ocultista. Tais maçons desconhecem o significado misterioso de muitos dos símbolos e rituais maçônicos.

 

Segundo C. W. Leadbeater (33º), em A Vida Oculta na Maçonaria (p. 275), diz: “tudo na loja maçônica – os móveis, os símbolos, a abertura e o encerramento da loja, os rituais e gestos tanto dos três primeiros graus (Loja Azul ou Simbólica) quanto dos graus mais avançados – está cheio de simbolismo derivado de antigas religiões pagãs”.

 

Como exemplo, a respeito da ressurreição de Hiram Abif, simbolizada no terceiro grau de Mestre-Maçom, Clymer declara, em seu livro, Antiga Maçonaria Mística Oriental (p. 53): “Qualquer pessoa pode reconhecer no Mestre-Maçom, Hiram, o Osíris dos Egípcios, O Mithra dos Persas, o Baco dos Gregos, o Atys dos Frígios, cuja paixão, morte e ressurreição esses povos celebravam, da mesma forma que os cristãos celebram até hoje a de Jesus Cristo. Aliás, este é o modelo eterno e invariável de todas as religiões que se sucedem na Terra”.

 

A maçonaria bebe livremente das fontes das religiões egípcias, cananitas, babilônicas, gregas, da filosofia hermética (gnóstica), do Zoroastrismo, do Islamismo, do Misticismo, da Rosacruz, das religiões orientais e dos conceitos hoje chamados a Nova Era.

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