

A QUESTÃO DO DIREITO
Todos nós temos o direito individual e pessoal de sermos o que queremos ser ou sintamos ser. Cada um tem o direito de fazer o que bem entender de sua vida, até onde lhes é permitido. Por exemplo, ninguém pode andar pelado na rua só porque tem o direito sobre o próprio corpo. Tudo tem um limite.
Por outro lado, cada um de nós também tem o direito ser contrário a alguma prática ou comportamento que julgamos ser contrário ao natural e/ou contrário aos nossos princípios e valores. Porém, ter um pensamento contrário sobre uma determinada prática ou comportamento, não é o mesmo que ofender, agredir ou mesmo denegrir a imagem de quem seja a favor. Tem que haver o respeito particular. Respeitar o espaço de cada um.
Agora, o que também não pode ocorrer é alguém requerer por lei privilégios pessoais em nome de uma prática ou comportamento, com justificativas sem muito fundamento, em detrimento ao direito de outros, isto é, colocando em cheque a liberdade de expressão e pensamento de outros, obrigando estes a aceitar ou concordar com tal prática ou comportamento simplesmente porque alguns são adeptos ou simpatizantes a ela. Isso beira ao cúmulo do absurdo. Temos sim que lutar pelos nossos direitos, mas não em detrimento ao direito de outros.
Por exemplo, quem fuma cigarros tem o direito de ser fumante, já que é permitido fumar. Porém, quem não fuma tem o direito de pensar contrário, de falar contrário, de fazer campanhas contra o cigarro, por este fazer mal a saúde. No entanto, criticar o cigarro, o fumo, não significa criticar os fumantes, falar mal ou ofender os fumantes. Em contrapartida, com respeito aos fumantes, o fato de que lhes é permitido fumar não significa que eles tem o direito de fumar onde bem entender, como em ônibus, restaurantes, ou outros lugares fechados, obrigando os que não são favoráveis ao fumo aspirar fumaças do cigarro. Tem que haver o respeito ao espaço de cada um.
Outro exemplo é com respeito às práticas masoquistas e saudosistas. Há quem seja adeptos de tais práticas e tem o direito pessoal em querer praticá-las. No entanto, eu tenho o direito de ser contra a tais práticas, de pensar contrário. Agora, imagina só o absurdo se os masoquistas e saudosistas requeressem por lei o direito de que suas práticas fossem de maneira obrigatória ensinadas nas escolas para que não houvesse preconceito e/ou mesmo recorressem ao direito para que fosse aprovada a criminalização da “masofobia” ou da “saudofobia”, punindo a todos que são contrários ou que tem opinião contrária à tal prática, evitando assim o incentivo, consciente ou inconsciente, a violência verbal ou física contra quem pratica o masoquismo e saudosismo. Isso seria o extremo do ridículo!
Contudo, é exatamente isso o que os ativistas gays pretendem com o “kit gay” nas escolas e com a “criminalização” da homofobia, com a ingênua justificativa de acabar com o preconceito e com possíveis causos de homofobia. Querem lutar por uma lei que obrigue as pessoas, que são contrárias à prática homossexual, a aceitar como comportamento natural, combatendo assim “legitimamente” a liberdade de expressão, de pensamento e religião.
Uma das idéias propostas de alguns políticos favoráveis a causa gay é de acabar com a família tradicional, retirar os termos “pai” e “mãe” dos documentos e acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães) para “não constranger” os que não fazem parte da família tradicional. Quanto absurdo! Práticas e comportamentos pessoais não estão acima de princípios e valores familiares, sociais e religiosos.
O homossexual tem sim o direito de ser homossexual. Isso é problema pessoal dele. Nós não temos nada contra o particular de ninguém. No entanto, nós, cristãos, temos também o direito de sermos contra a prática do homossexualismo, não contra a pessoa em si, porque consideramos uma prática que não condiz com nossos princípios e valores, sejam eles, familiar, social ou religioso. E temos, pela Constituição do Brasil, a livre de expressão de pensamento, filosófica e religiosa.
Cada um tem o direito individual de ser o que quer ser. Do mesmo modo, outros tem o direito de ser contrário, de pensar contrário. Ser gay é direito de quem quer ser, mas querer privilégios por causa disso é querer demais. Homossexualismo ou homossexualidade é uma prática ou comportamento imposto ou aprendido tão quanto ao fumar, masoquismo e saudosismo.
A QUESTÃO DO PRECONCEITO
O assunto homossexualidade é muito complexo e dessa maneira precisa ser analisado e entendido com base em todos os ramos do conhecimento, seja ele científico (mas precisamente o biológico e o genético), psicológico, social e religioso (ou espiritual).
Quem é contra ou a favor à prática homossexual tem que saber aprender a ouvir o que o outro pensa sem preconceito. Não que isso irá fazer com um aceite a idéia do outro, mas para que haja um entendendo e cheguem a um denominador comum. E não querer impor uma lei que favoreça um grupo social em detrimento de outro.
É compreensível que aqueles que são adeptos ou simpatizantes à prática homossexual lutem por seus direitos, pois, muitos tem sofrido preconceito, agressões físicas e morais. Mas isso se deve às pessoas que são extremamente contra a prática homossexual. Não somente à prática, mas contra a pessoa em si, chegando ao ponto de agredi-las física ou verbalmente e/ou até mesmo de matá-la.
Porém, isso não quer dizer que todas as pessoas que são contrárias à prática homossexual agem da mesma forma. O erro está em generalizar. Não podem Julgar que todas as pessoas religiosas ou cristãs são preconceituosas ou homofóbicas por expressar suas crenças. Isso é fazer julgamento precipitado. É tão preconceito quanto ao que eles sofrem.
Mas na verdade, o que é preconceito? O sentido real da palavra “preconceito” ficou modificado no popular. É costume o termo ser atribuído sinonimamente a arrogância, intolerância e/ou mesmo ignorância. Desse modo, o termo ficou caracterizado como uma “doença” ou um “mal” da humanidade. No entanto, esses não são exatamente o sentido real que o termo pretende apresentar.
“Preconceito”, o próprio nome já diz: é um pré-conceito. É um julgamento precipitado ou antecipado de um conceito ainda não analisado ou estudado. Por exemplo, muitos acreditam que a Psicologia é coisa para doidos e por isso “correm” de consultórios de Psicologia. No entanto, confundem Psicologia com Psiquiatria.
A Psiquiatria cuida de pessoas com problemas mentais. Já a Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano e ajuda na orientação de pessoas normais e com seus problemas pessoais ou psicológicos, familiares e sociais. Havendo essa compreensão, o preconceito com relação à Psicologia se desfaz. As pessoas, antes preconceituosas, passam a ter um conceito formado a respeito da Psicologia e não tendem mais a “correr” dos consultórios.
A verdade é que todos nós temos preconceito. Não existe nenhum ser humano que não seja preconceituoso. Ter preconceito é algo natural. É inato em todos nós. Não há nada de anormal nisso. Nascemos sem nada saber da vida e assim temos preconceito a tudo aquilo que está ao nosso redor.
Mas quando começamos a entender as coisas, como no exemplo da Psicologia, o preconceito dá lugar ao conceito formado daquilo que aprendemos. Portanto, não é o preconceito em si que é ruim, mas como lidamos com ele. O erro está em permanecer no preconceito e julgar as coisas com base nas aparências.
Aqueles que consideram os cristãos como preconceituosos e homofóbicos por ser contrários à prática da homossexualidade, devido à sua crença e seus valores, estão cometendo de igual modo o preconceito, pois fazem julgamentos precipitando ao caráter dos cristãos. Ou seja, não há nenhum “santinho” na história.
Um exemplo claro de preconceito por parte dos ativistas gays foi com relação a um outdoor feito pelo pastor Silas Malafaia que colocou os seguintes dizeres: “Em favor da família e preservação da espécie humana. Deus fez macho e fêmea (Gênesis 1.27)”. Malafaia colocou isso propositalmente para ver qual seria a reação dos ativistas gays e não deu outra, consideraram o outdoor como homofóbico.
Daí o pastor argumentou o seguinte: Os homossexuais são contra a família? São contra a preservação da espécie humana? Discordam que para que haja a preservação da espécie humana é preciso do macho e da fêmea? Onde estaria a homofobia?
A QUESTÃO CIENTÍFICA
Muitos homossexuais justificam que nasceram gay, e, portanto, consideram o homossexualismo como algo tão natural tão quanto à heterossexualidade. Por conseguinte, não acreditam ser uma prática pecaminosa, nem mesmo acredita na possibilidade uma reorientação sexual e, desse modo, querem ter o mesmo direito que os heterossexuais, sejam no campo familiar, social e até mesmo no religioso.
Primeiramente, não há nenhuma comprovação científica, seja no campo da biologia ou da genética que o individuo nasce gay. O que é comprovado cientificamente, por determinação genética, que a criança nasce homem ou mulher, pois, não existem ordem cromossômica homossexual nem gene homossexual, apenas de macho e fêmea. Homossexualismo, portanto, é algo imposto ou aprendido.
Não existe um gene que determine que uma pessoa será homossexual. Os cromossomas XX determinam que ela será do sexo feminino, e os cromossomas XY, que será do sexo masculino. Portanto, essa tese de que o homossexualismo é genético é uma falácia; uma mentira.
Deus criou o ser humano como macho ou como fêmea. Ele estabeleceu que eles teriam atração sexual um pelo outro e que, da relação sexual entre eles, nasceriam filhos (Gênesis 1.27,28). Aliás, é por causa desse princípio que a espécie humana tem subsistido. Se não houvesse casamento entre homem e mulher, não seria possível a perpetuação da espécie.
Se o homossexualismo não é genético, é comportamental. Ele é praticado por uma pessoa que, por determinação genética, nasceu homem ou mulher, mas tornou-se homossexual por preferência aprendida ou imposta.
Como isto é possível? O ser humano é um ser social e vive sob a influência de modelos, padrões. Os psicólogos são unânimes em dizer que mais importante do que a determinação genética para uma criança decidir a sua preferência sexual é a maneira como ela é criada. Não há determinismo genético. E, se é uma questão de comportamento, um homossexual pode abandonar essa prática e tornar-se heterossexual; até porque, a maioria dos homossexuais tem algum grau de atração pelo sexo oposto.
Alguns que são favoráveis à prática homossexual argumentam que no reino animal existe prática considerada homossexual por parte de alguns animais e que a própria natureza não é rígida em determinar quem é macho ou fêmea, pois, em alguns répteis a sexualidade é definida pela temperatura que o ovo está, justificando assim que a homossexualidade é algo natural.
Na verdade, o ser humano é bastante diferente dos animais. O homem tem memória e inteligência muito superior, tem linguagem, tem capacidade de planejamento, tem consciência, etc. Então, não se pode justificar o comportamento sexual da espécie humana com a de outros animais. A sexualidade humana, por exemplo, não é definida pela temperatura do ambiente.
Até mesmo o argumento de alguns animais demonstra a prática homossexual não é tão válido. Normalmente isso ocorre com os machos, no entanto, eles agem por instinto e não por algum tipo de homoafetividade. Agora, utilizando exemplos de animais que formam família como no caso das aves, não existe comportamento de homoafetividade entre elas.
TRATAMENTO PSICOLÓGICO
Quanto ao tratamento psicológico, os psicólogos não são permitidos reorientar a sexualidade dos homossexuais. Está havendo uma discussão a respeito para que os psicólogos sejam permitidos de reorientar a sexualidade daqueles que querem deixar de ser gay.
No entanto, ativistas gays são ferrenhamente contrários essa permissão, por acreditarem que a homossexualidade é algo normal e natural, e desse modo, acredita que nenhum gay precisa ser reorientado. Com isso, a própria ciência fica impedida de estudar essa possibilidade.
O problema é que eles estão querendo impedir o direito pessoal daqueles que querem deixar de ser. Querem impedir a livre escolha de outros de querem que sua sexualidade seja reorientada. Pois, querem que assumam o que são e pronto. Oras, o mesmo direito que um hétero tem de ser gay é o mesmo direito que um gay tem de querer se tornar hétero.
Na verdade, o medo dos ativistas gays é que se for comprovada cientificamente de que é possível reorientação da sexualidade de um homossexual e este tornar-se hétero, eles possivelmente perderiam o direito de lutar pelos privilégios homossexuais. E também temem o aumento da animosidade daqueles que são contrários à prática homossexual.
A reorientação sexual é possível porque todo o ser humano, seja ele hétero ou homo, é passivo de ser reorientado em qualquer área de sua vida, seja psicológica, social, religiosa, inclusive sexual. Por exemplo, é possível um hétero se tornar homo ou bissexual.
Os ativistas gays argumentam que não existem ex-gays. No entanto, existem sim, mas muitos deles não gostam de falar a respeito de seu passado homossexual. Preferem viver em paz com sua nova vida. Afinal, quem é que gosta de expor o seu passado que considera negativo? A não ser que queiram dar testemunho a respeito, com alguns deles fazem na igreja, incentivando outros que querem seguir o mesmo caminho.
A INFLUÊNCIA FAMILIAR E/OU SOCIAL
Apesar da ciência não comprovar que exista a possibilidade das pessoas nascerem homossexuais, muitos afirmam categoricamente ter nascido gay devido ao fato de que desde criança e/ou na adolescência sempre tiveram desejo pela pessoa do mesmo sexo. Contudo, isso não prova de maneira alguma que tenham nascido gay. Primeiro, que nem eles mesmos podem provar isso. Pois, seria o mesmo deles admitirem que se lembram dos primeiros passos, das primeiras palavras, etc.
A criança não nasce gay, da mesma maneira que não nasce gostando de um determinado alimento; não nasce gostando de uma determinada coisa; não nasce torcedor por um determinado clube de futebol; etc. Tudo é influenciado e/ou imposto pelo ambiente familiar e/ou pelo ambiente social, inclusive a orientação sexual.
A criança quando nasce, seja homem ou mulher, ela é um ser totalmente ignorante para tudo a sua volta, sem identidade, sem alguma formação psicológica, sem definição na sua sexualidade. A única coisa que apresenta é o comportamento de chorar e mamar, e até mesmo pegar na mão da mãe. Cabe a cada pai e mãe orientar a criança segundo a biologia dela, com princípios e valores que acreditam para que ela possa ter uma identidade psicológica e sexual definida.
Se um menino for orientado como menina ele se torna afeminado. Da mesma maneira, se uma menina for orientada como menino, ela irá apresentar comportamentos masculinos. Se a criança não tiver nenhuma orientação na vida sexual, ela definirá sua sexualidade de acordo com que observa em seu ambiente. Com isso, todos os comportamentos são aprendidos, impostos e influenciados.
O argumento dos homossexuais de que nasceram gay torna-se inválido na medida em que muitos deles sequer se lembram do que ocorreu na infância. Pois, quase ninguém se lembra do ocorreu em sua vida dos 4 anos, precisamente, para baixo. Se nesse período uma pessoa sofrer algum tipo de influência homossexual e houver negligência, consciente ou não, por parte dos pais, pode sim a criança se tornar futuramente um homossexual.
Se a criança sofrer algum abuso sexual ou observar alguma prática homossexual, mesmo numa idade tenra, tais fatos podem ficar armazenados no inconsciente dela, pois, a mente de uma criança é um eficiente gravador de aprendizado, havendo assim uma influência para vida adolescente e adulta. Mesmo que o adolescente ou o adulto não se lembre de tais fatos.
Por exemplo, há momentos em que temos a sensação de termos estado em determinado lugar sem nunca ter pisado lá. Contudo, é possível que tenhamos estado lá na infância e a nossa memória ter armazenado aquele momento no nosso inconsciente.
Por outro lado, existe o fato de uma criança aparentemente apresentar um comportamento homossexual (exemplo: um menino gostar de brincar de bonecas; meninas gostar de jogar bola com os meninos; menino que veste roupa feminina ou menina que veste roupa masculina; até mesmo uma criança beijar outra do mesmo sexo por curiosidade; etc.) e mesmo assim não quer dizer que ela é homossexual ou que se tornará futuramente um homossexual.
Primeiro porque muitos que apresentaram tais comportamentos na infância não se tornaram homossexuais na adolescência nem na fase adulta. Segundo porque a criança é inocente na questão do sentimento e desejo sexual, pois a libido da criança ainda não estar formada. O que ocorrerá durante a adolescência. O mais é pura curiosidade natural de querer provar ou experimentar algo.
Evidentemente que se não houver correção dos pais por não ter presenciado tais fatos ou por negligência e a criança vir a crescer com essas condutas, existe grande possibilidade de desenvolver a homossexualidade na adolescência. Daí o motivo de muitos homossexuais dizerem que nasceram gay.
Portanto, nenhum homossexual nasce gay. Ele pode ter desenvolvido a homossexualidade desde a infância por alguma negligência dos pais e pela influência que recebeu do meio social.
Alguns estudiosos fizeram uma análise na mente de alguns homossexuais e descobriram que existiam similaridades celebrais na mente de uma lésbica, por exemplo, com a mente de homem hétero. Concluindo assim a possibilidade da pessoa nascer gay.
Ora, estudar uma mente de pessoa já formada é lógico que pode haver similaridades naturais com a mente de outra pessoa que tem a mesma formação. O certo seria estudar a mente de um bebê recém-nascido, sem formação alguma, e comparar com a mente de outros adultos, estimar se ela tornará hétero ou gay e esperar ela crescer para ver sua tese será corroborada.
Contudo, quem é o pai ou mãe, em sã consciência, que vai submeter o filho ou a filha á uma experiência desse tipo? Pois, como ficaria a mente dos pais se o analista dissesse que a criança inevitavelmente se tornará um homossexual no futuro, sendo que tudo não passa de uma tese dele e não de uma afirmação geneticamente comprovada?
ADOÇÃO DE CRIANÇAS
A imagem do pai e da mãe é determinante na orientação sexual da criança. A criança tem no pai e na mãe um parâmetro de diferenciação do que ser macho ou fêmea, homem ou mulher. Por esse motivo, não é certo um casal de homossexuais tenham o direito de adotar uma criança. Pois, não haverá esse parâmetro de diferenciação.
Os casais de gays que desejam adotar uma criança argumentam que não irá faltar o amor, o cuidado, a educação. Porém, isso não é parâmetro para a orientação sexual da criança. Daí, eles argumentam que os gays saíram de um ambiente heterossexual, justificando assim o direito de adotar uma criança.
No entanto, esse argumento não tem lógica alguma. Pois, uma coisa não pode justifica outra. Uma coisa é negligência de alguns pais, a falta de orientação, uma má influência inevitavelmente imposta, outra coisa é uma má influência propositalmente ou legalmente imposta em nome de uma prática ou comportamento.
A criança criada num ambiente homossexual aumentaria a probabilidade dela se tornar homossexual no futuro. Até porque os casais, seja gays ou lésbicas, irão educar a criança segundo a sua própria orientação sexual. Desse modo, a criança será influenciada propositalmente a escolher ser hétero, homossexual ou bissexual, já que foi educada dessa maneira. O que é um absurdo!
Independentemente de a prática homossexual ser normal ou anormal segundo o ponto de vista de cada um, uma coisa é uma pessoa já adulta, dona de seu próprio nariz, assumir sua homossexualidade ou não. É direito pessoal dela. Outra coisa é impor ou influenciar uma criança, que ainda não possui formação psicológica e sexual alguma, a uma prática ou comportamento que não é considerado biologicamente nem geneticamente natural pela ciência.
Segundo a Biologia, o menino, em que ser orientanda segundo a sua biologia, tem que ser orientado a ser homem. Da mesma forma com a menina, tem que ser orientada segundo a sua biologia, tem que ser orientada a ser mulher. Enquanto criança, ela tem que ser orientada segundo a sua biologia, na fase adulta ela decide o que ele quer ser. Até mesmo mudar o próprio nome, se ela quiser. Portanto, não é aceitável que a criança seja orientada por casais homossexuais.
SENTIMENTO
Outro argumento dos homossexuais para justificaram suas práticas é o amor que sentem pela pessoa do mesmo sexo. Porém, amor não é parâmetro para o certo ou errado, pois o ser humano é passivo a amar coisas bizarras.
Há quem fazem sexo com animais e julgam que os amam. Só por amar os animais justificam tal ato? Evidentemente que não. Isso é problema de que quem pratica achar normal. Agora imagine se os tais também tivessem a mesma idéia de requerer uma lei que aprovasse tal comportamento como algo normal e punisse “legitimamente” os contraditórios. Seria uma grande bizarrice.
O sentimento não é algo nato na pessoa, mas aprendido. Ninguém nasce gostando ou amando alguém. O sentimento é aprendido através do afeto e/ou da atração e do desejo. Uma pessoa criada sem afeto algum ela se torna anti-social, independentemente de sua biologia. A atração é como se fosse uma raiz estabelecida, o sentimento os galhos e a prática os frutos. O homossexualismo não pode ser entendimento simplesmente pelos galhos nem pelos frutos, mas sim pela raiz.
Portanto, quem é a favor a prática homossexual não pode julgar o homossexualismo como algo normal ou natural simplesmente com base no emocional. Como já foi dito, cada um é responsável pelo que pretende ser ou que sente. Problema de cada um. No entanto, não podem querer ultrapassar todos os limites.
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