

• Pregam um outro Jesus. O Jesus das seitas nunca é o mesmo Jesus da Bíblia. Para as seitas Jesus foi diversas coisas, mas nunca jamais o Deus encarnado que veio redimir o homem;
• Subestimam o valor do Senhor Jesus ou colocam-No numa posição secundária, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos como conseqüência;
• Crêem apenas em determinadas partes da Bíblia e admitem como “inspirados” escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa parte daquilo que crêem;
• “Verdades” que vão além da Palavra de Deus – Há necessidade entre esses grupos de irem além do que está escrito nas sagradas escrituras, buscando novas revelações. Essas "novas verdades" no entanto, acabam-se por se chocar frontalmente com a palavra escrita de Deus e às vezes com suas próprias revelações.
• Distorcem e usam falsa interpretação das Escrituras distorcidas. Usam versículos tirados da Bíblia fora do contexto. Misturam os versículos mal interpretados com a filosofia aberrante delas;
• Muitas vezes, quando usam a Bíblia em seus ensinos, utilizam também “escrituras” ou livros complementares;
• Geralmente as seitas apresentam uma nova autoridade doutrinal superior ou paralela à Bíblia sagrada para sua fé e prática. Esta autoridade pode apresentar-se em forma de livros ou revelações ou até mesmo na pessoa do líder da seita;
• Interpretações particulares da Bíblia – Há muitos grupos que não reivindicam novas verdades, mas interpretam as verdades bíblicas ao seu bel prazer. Para esses, a Bíblia lhes pertencem e ninguém pode entendê-la fora do padrão estabelecido pela seita. Muitos dessa categoria apóia-se em algumas passagens da Bíblia apenas por conveniência, pois é mais fácil enganar um indivíduo que já está familiarizado ainda que nominalmente com este livro.
• Dizem ser os únicos certos;
• Ensinam o homem a desenvolver sua própria salvação, muitas vezes, sob um conceito totalmente naturalista;
• Costumam buscar suas presas em outras religiões, conseguindo desencaminhar para o seu meio, inclusive, muitos bons cristãos;
• Freqüentemente isolacionistas – para facilitar o controle dos membros fisicamente, intelectualmente, financeiramente e emocionalmente;
• Freqüentemente apocalípticas – dão aos membros um enfoque no futuro e um propósito filosófico para evitar o apocalipse;
• Fornecem uma nova filosofia e novos ensinos – revelados pelo seu líder;
• Fazem doutrinação – para evangelismo e reforço das convicções de culto e seus padrões;
• O líder de uma Seita: é freqüentemente carismático; recebeu revelação especial de Deus; reivindica ser a encarnação de uma deidade, anjo, ou mensageiro especial; reivindica ser designado por Deus para uma missão; reivindica ter habilidades especiais; está quase sempre acima de repreensão e não pode ser negado nem contradito;
• Normalmente buscam fazer boas obras, caso contrário ninguém procuraria entrar para elas;
• Parecem boas moralmente e possuem um padrão de ensino ético;
• Lavagem Cerebral – As seitas retiram o censo crítico de seus adeptos não permitindo que eles pensem por si mesmos deixando que o líder ou o grupo pensem por eles;
• Nutrem verdadeiro ódio contra as igrejas estabelecidas que pregam o conceito histórico-ortodoxo de crença. O argumento quase unânime entre elas é que as igrejas se afastaram das verdades essenciais e se enveredaram para práticas pagãs;
• Salvação pelas obras;
• Exclusivismo – Apesar da Bíblia ensinar que a salvação e a verdade só se encontram em Jesus, as seitas invertem essa verdade e apregoam que somente sua organização é a única correta tendo todas as demais apostatado da fé. É o monopólio da fé e da verdade. Para a pessoa ser salvo é preciso pertencer ao grupo;
• Semântica enganosa – As seitas a fim de enganarem as pessoas, usam uma terminologia cristã, mas que na prática se revela totalmente falsa. Dizem crer nos mesmos pontos de fé dos cristãos ortodoxos apenas para uma aproximação pacífica visando sempre o proselitismo desleal. No entanto um exame mais atento, porém, revela que esta igualdade é apenas aparente e nominal;
• Falsas profecias – Para conseguirem impressionar seus membros, os líderes de seitas dizem receber supostas revelações de Deus sobre certos acontecimentos históricos, mundiais, escatológicos ou envolvendo o próprio grupo;
• Muitas seitas “recrutam” o Senhor Jesus como sendo um deles, redefinindo-o adequadamente.