

O DIREITO HOMOSSEXUAL - PARTE 2
A QUESTÃO DA HOMOFOBIA
Falso argumento de harmonia e entendimento.
Extremismo contra a liberdade de expressão, de pensamento e religião.
O que é homofobia? A homofobia é considerada pela Psiquiatria como uma doença. Homofóbicos são pessoas extremamente avessas aos homossexuais e tem o desejo de agredi-los de maneira verbal e física, chegando ao ponto de querer matar.
Entretanto, os homossexuais consideram homofóbicos todos aqueles que são contrários a prática homossexual. E desse modo querem que seja aprovada uma lei que favoreçam a causa homossexual, punindo assim qualquer atitude supostamente homofóbica.
Alguns até justificam que a intenção não é tirar o direito a opinião contrária dos que não são favoráveis a prática homossexual, como, por exemplo, da igreja pregar que o homossexualismo é pecado. Mas a intenção é “criminalizar” a homofobia, punindo a ofensa e a violência contra os homossexuais.
Aparentemente esse argumento soa como uma tentativa de harmonia e paz com todos, mas não é bem assim na realidade. Pois, os ativistas gays tem comprovado com suas manifestações o quanto não aceitam a crítica de maneira alguma.
Em suas manifestações fazem tumultos e fazem “beijaço” gay em locais de culto, que é preservado pela Constituição do país. Ferem o direito de liberdade de culto. Só tem dois grupos interessados nesse movimento: uma minoria ativista e a grande mídia, fora isso, mais ninguém.
Os ativistas gays abertamente difamam a crença e os valores religiosos, chamam os cristãos de fundamentalistas, fanáticos e homofóbicos. Difamam a Bíblia e a igreja.
Alguns chegam a declarar “guerra” contra os cristãos e o Cristianismo. Querem respeito, mas não respeitam a fé, a crença e valores religiosos dos outros. Faltam com respeito à família tradicional e fazem apologia a uma liberdade que fere vários incisos da Constituição brasileira.
São extremamente contrários aqueles que não são favoráveis a causa homossexual. O que eles querem mesmo é impor uma ditadura gay. Acabar assim com a liberdade de expressão, de pensamento e religiosa.
“Criminalização” da homofobia e estatística.
Quanto à questão da “criminalização” da homofobia, desde quando a homofobia não é crime? Como se espancar ou matar gay é permitido perante a lei. Qualquer violência contra qualquer ser humano, seja hétero ou gay, é crime perante a lei. Inventar uma lei que “criminalize” a homofobia não irá mudar em nada, pois, quem realmente é homofóbico não deixará de ser por causa de lei alguma.
Os ativistas gays ou quem é favorável à prática homossexual expõem seus argumentos a favor da “criminalização” da homofobia de tal maneira como se os homossexuais estivessem sendo totalmente exterminados em toda a nação. E para justificar que o Brasil é homofóbico, se apóiam em dados que dizem, por exemplo, que no ano tal morreram cerca de 170 e poucos mil homossexuais.
No entanto, quem garante que todos foram mortos por homofóbicos? Estavam presentes no momento em que todos esses crimes foram cometidos para comprovar tal argumento? Alguns podem ter sido vítima de assalto seguido de morte, mas como era homossexual, pronto, foi morto por homofóbico. Outros por brigas amorosas, mas era homossexual, então foi homofóbico que matou.
Além do mais, nem todos os homossexuais são “coitadinhos” ou mera vítimas, pois, muitos deles provocam aqueles que são contrários à prática homossexual e por insistirem na provocação acabam sendo agredidos e até mortos. Mas, como era homossexual se torna vítima e entra para a estatística de homofobia.
Há testemunhos de pessoas que foram assediados por homossexuais, inclusive adolescentes. Oferecem coisas que desperta a curiosidade de qualquer pré-adolescente, mostram filmes eróticos para induzir a realização de suas fantasias sexuais, e até mesmo abusos. Isso tem causado repulsa a muitos ao ponto de não suportarem quando um homossexual se aproxima para puxar alguma conversa, pois, pensam que é mais uma tentativa de assédio ou mesmo temem pelos seus filhos.
Dependendo do temperamento de cada pessoa, essa repulsa pode se transformar em ódio. Isso tudo mostra que se a maioria dos homossexuais sofre perseguições e mortes, é pela atitude de muito entre eles. E depois querem colocar a culpa no preconceito dos que são contrários a prática, principalmente cristãos.
Agora, seguindo o raciocínio deles com respeitos aos dados estatísticos, quantos gordos, por exemplo, morreram nesse mesmo ano? Todos foram mortos vítima de bullying? Então, tem que criar uma lei que “criminalize” o bullying para proteger os gordos?
Quantos palmeirenses ou corintianos morreram durante um ano nas estatísticas? Foram todos mortos por torcedores de outros clubes? Se um palmeirense for agredido por um corintiano, ou vice-versa, tem que criar uma lei que proteja o direito de ser palmeirense ou corintiano? Claro que não. Porque agredir ou matar alguém, seja gordo, palmeirense ou corintiano já é condenável perante a lei.
Pela lei homofobia já é crime. Existe o Código Penal (Art. 129) que condena qualquer que agredir verbalmente ou fisicamente outras pessoas, sejam cristãs, judeus, muçulmanos, ateus, héteros, homossexuais, brancos, negros, índios, gordos, magros, altos, baixos, crianças, velhos, mulheres ou homens. Não precisa criar uma lei exclusiva para uns e outros não. “Todos são iguais perante a Lei” (Art. 5º da Constituição).
O que aconteceria se um cara vê uma mulher vestida de uma maneira que ele julga inadequada e chamá-la de vagabunda ou piranha? Haveria tumulto e a polícia chegaria para prender o agressor. Da mesma forma aconteceria se alguém ofender algum homossexual devido a sua prática.
Seria um tanto exagero da parte de algumas mulheres recorressem à lei para “criminalizar” a ofensa contra elas, para evitar que outros façam o mesmo. Sendo assim, também teria que criar uma lei que “criminalizasse” o xingamento, para que ninguém fale mal ninguém, como se falar mal alguém fosse legal ou permitida. Daí se vê o quanto é absurdo o que os homossexuais querem perante a lei.
Argumento ingênuo de incentivo a agressividade
Outro argumento sem muito fundamento da parte dos ativistas gays como justificativa de acabar com a homofobia é proibir perante a lei qualquer argumento contrário à prática homossexual para que não incentive, de forma consciente ou inconsciente, a ofensa e a violência contra os homossexuais. Nisso acreditam que dizer que o homossexualismo é pecado, por exemplo, estará incentivando a muitos de agredir verbalmente e fisicamente os homossexuais.
Mas esse argumento não é uma verdade. Dizer que a homossexualidade é pecado não é incentivar a violência. Isso é coisa da cabeça dos ativistas gay. Incentivo é algo deliberado.
Realmente existem pessoas, uma minoria, que se aproveitam da religião ou do que ela ensina para praticar males. Mas fazem isso por si mesmo e não por incentivo do que a religião ensina. Além do mais, isso ocorre em todos os ramos da sociedade, como, por exemplo, entre torcida de futebol.
Existem casos de pessoas praticarem violência por causa do time do coração. Por causa disso deveria acabar com o futebol pra evitar rixas de torcida?
Cada um tem o direito de torcer pelo clube que bem entender. Também tem o direito de fazer ironias ou piadas com os clubes rivais e/ou com as torcidas rivais, sem qualquer ofensa ou agressividade, pois, isso faz parte da rivalidade natural sadia.
Agora, imagine o absurdo se um palmeirense for agredido por um corintiano recorrer para que se crie uma lei que proteja o direito de ser palmeirense e com isso punir qualquer torcedor de outro clube falar mal do Palmeiras, para que possa evitar algum incentivo à violência contra os palmeirenses. Isso seria grotesco! Uma coisa não tem nada haver com a outra.
Muito mais absurdo ainda seria se aqueles que não torcem por clube algum requeressem que se acabe com os clubes de futebol pelo fato de alguns torcedores praticarem vandalismo em nome do clube do coração, justificando que a própria afeição para um determinado clube já é um incentivo a violência. Evidentemente que isso não seria correto porque isso não acontece com todos os torcedores, não é com o geral. Não seria correto punir a maioria por causa de uma minoria.
O Cristianismo apesar de considerar à prática homossexual como pecado diante de Deus, não ensina, nem incentiva seus seguidores a agressividade contra os homossexuais, muito pelo contrário, ensina o respeito e o amor a todos sem acepção, muito embora o pecado seja denunciado para que haja remissão do pecado e salvação pelo poder do Evangelho de Cristo.
Logo, quem se declara cristão e pratica atos extremos contra os homossexuais, não é verdadeiramente cristão e faz uso do nome da religião em causa própria.
Portanto, julgar todos os cristãos ou os que são contrários a prática homossexual, não a pessoa em si, de homofóbicos é uma atitude extremamente preconceituosa da parte dos homossexuais.
Se uma pessoa que se declara corintiano espanca e mata outra pessoa por esta ser palmeirense, é considerados pelos demais corintianos como torcedor do Cortinthians? Na certa irão dizer que não.
Tal como o Evangelho denuncia o homossexualismo como pecado, o mesmo diz com respeito ao adultério, a prostituição, a fornicação, a mentira, etc. No entanto, não se vê prostitutas, adúlteros, fornicadores, mentirosos, questionando que são maltratados pelo fato de ser dito que suas práticas são pecaminosas.
Agora, já pensou se as prostitutas, adúlteros, fornicadores, mentirosos, etc., lutassem pelo mesmo direito? As prostitutas lutassem pelo direito de legalização de sua profissão e assim não poderia mais a igreja dizer que é pecado. E por se tornar uma “profissão legalizada” como qualquer outra, as crianças teriam o direito legal de querer se prostituir no futuro e os pais não poderiam contradizer isso, pois seria crime perante lei.
Há pessoas que pensam que deveria tirar a idéia de que adultério seja errado e assim acreditam que as pessoas viveriam melhores se deixassem seus parceiros “pularem o muro”, pois, faz parte do instinto humano. Pura balela! Agora imagina se os que pensam assim recorressem à lei para que fosse legalizada sua idéia? Adúltero não seria mais ilegal, não poderia mais a igreja dizer que é pecado e o cônjuge que fosse contra seria punido perante a lei. Para onde é que iria parar a nação se todos lutassem pelos privilégios de suas práticas e comportamento?
O fato é que quem é realmente homofóbico não precisa de nenhum incentivo. Mesmo que fosse aprovada a lei que proibisse qualquer manifestação contrária ao homossexualismo, os homofóbicos não deixariam de ser homofóbicos. Eles continuariam com suas agressividades.
A MÍDIA
Muitos artistas aproveitam a fama para divulgar e tentar influenciar aquilo que eles acreditam ser o certo. Nisso muitos artistas gays ou simpatizantes, utilizam da mídia para tentar convencer a sociedade que a homossexualidade é algo natural e normal. Querem usufruir de sua fama para divulgar sua conduta e assim querer dar o exemplo de que suas práticas são legais. Mas, o fato deles serem artistas não significa que eles estão corretos com o que acreditam.
Por exemplo, Jô Soares, apesar de ser um grande escritor, entrevistador, não pode usufruir de sua fama pra dizer que a obesidade é legal e todos os que são gordos devem continuar sendo, só porque ele vive bem com a sua obesidade. Imagine se ele se juntasse com alguns gordos ativistas para requer uma lei que “criminalizasse” o bullyng, e assim tentar proibir qualquer propaganda sobre o emagrecimento, utilizando argumentos falhos de que a obesidade em si não faz mal à saúde e por isso não precisa de nenhuma prática de emagrecimento. Ninguém mais poderia falar sobre emagrecimento nem orientar uma criança ou qualquer outra pessoa a mudar o comportamento para deixar a obesidade.
As pessoas obesas devem entender os seus limites dentro do que é biologicamente adequado à saúde humana. Por isso se faz necessário as propagandas sobre o emagrecimento. Quem quiser continuar gordo, problema de quem quiser continuar, no entanto, não pode tirar o direito daquele que quer deixar de ser.
Tal como seria abusiva se criasse uma lei para privilegiar os gordos, de igual modo seria para os gays.
A QUESTÃO RELIGIOSA OU ESPIRITUAL
A questão religiosa precisa ser profundamente respeitada. Muitos ou a maioria das pessoas fundamentam seus princípios e valores com base na fé e em suas crenças religiosas. Conquanto a fé e o conceito religioso não causem uma prática de animosidade contra pessoas que não profere nenhuma religiosidade ou não concorde com o conceito daquela ou outra religião, devem ser respeitados, principalmente se tais conceitos estiverem em pleno acordo com os valores sociais e são parâmetros para uma sociedade sadia. Se os princípios e valores cristãos fossem negativos para a sociedade não eram permitidos pela Constituição.
As pessoas tem o direito de proferir a religião ou fé que tem e acredita. Assim como o ateu em não acreditar em nenhuma delas, mas tem sua crença na teoria da evolução, pois, cientificamente a evolução jamais foi comprovada, portanto, é apenas teoria, uma crença para quem acredita.
O ser humano é um ser biopsicosocioespiritual, isto é, ele é biológico (individual), psicológico (mental), social e espiritual. Não é apenas biológico. Não é apenas psicológico. Não é apenas social. E não é apenas espiritual. O ser humano que pensa que é só espiritual, sua vida natural (não carnal) será danificada. O ser humano que pensa que só precisa se realizar apenas materialmente ou emocional e/ou sexual, sua vida espiritual será atingida. Quer acredite ou não.
Aqueles são a favor da causa homossexual e ridicularizam o conceito de religiosidade, usufrui de um argumento falho que o Brasil é um Estado laico para corroborar suas idéias. Contudo, Estado laico também não quer dizer que o Estado é constitucionalmente homossexual, como eles querem. O Estado é também laico em todos os sentidos.
O fato é que os homossexuais claramente querem acabar com um preconceito com outro preconceito. Querem se igualar ao racismo para requerer os mesmo direitos. Só que raça não quer dizer comportamento. Além do mais, o negro jamais poderia querer acabar com o racismo com outro racismo contra os brancos.
Os homossexuais costumam utilizar o pretexto de que há séculos foram ridicularizados e com isso tem o “direito” de requerer privilégios por lei. No entanto, historicamente os cristãos foram muito mais perseguidos e mortos do que homossexuais e não lutamos por lei nenhuma que nos favoreça ou nos traga privilégios.
Somos taxados de fundamentalistas, fanáticos, homofóbicos, mas não estamos lutando por uma lei que pune aqueles que nos difamam. Cada um tem o direito de ser contrário a qualquer idéia religiosa, só não tem o direito de ofender as pessoas em si, como fazem os ativistas gays com relação aos religiosos.
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